por concelhos (2003)
Este mapa é retirado do site da Presidência da República e representa a densidade populacional em Portugal por concelhos. Há um forte contraste entre, por um lado, o litoral Norte e Centro e litoral do Algarve e, por outro lado o resto do país, em particular o interior. No primeiro caso, observam-se elevadas densidades populacionais e, no segundo caso, as densidades são, no geral, muito baixas. Tal mostra a capacidade de atracção de população do Litoral Português (excepto o litoral alentejano) onde se situam as maiores e mais desenvolvidas cidades. As densidades do litoral Algarvio dizem respeito a população residente, naõ confundir, portanto, com o afluxo de turistas. O Turismo é fonte de desenvolvimento no Algarve e tem-se mostrado eficaz na sua capacidade de atacção de população residente.
O litoral alentejano sempre foi a excepção em Portugal continental. Curiosamente as principais cidades alentejanas situam-se no interior: Évora e Beja. Nos últimos anos, fruto de uma reanimação da actividade industrial e portuária, Sines tem registado um crescimento assinalável.
O interior de Portugal continua a manifestar uma grande dificuldade em atrair população. Salvo algumas capitais de distrito do interior que têm cresico em termos populacionais, os concelhos do interior sofrem de um crescente abandono das suas populações em direcção às grandes cidades, sobretudo as do litoral.

Nos dias que correm nota-se uma grande taxa de migração não só em Portugal mas em toda a parte do mundo. A população residente no interior de um país tem como tendência “emigrar” para o litoral ou áreas metropolitanas, ou seja, por norma o litoral ou área metropolitana tem um maior desenvolvimento industrial, habitação, postos de trabalho etc... fazendo com que a população do interior procure zonas baixas sem relevo, no caso de Portugal tem como grande procura das grandes cidades (costa portuguesa): LISBOA, PORTO, SETÙBAL...
ResponderEliminarPortugal tem geograficamente o interior do país menos acessivel para a industrialisação visto ser uma zona pouco pelana,e com zonas bastante elevadas de dificele acesso não seria rentavel construir fabricas nessas zonas só empreendimentos turisticos;
ResponderEliminarPor outro lado a zona do litoral sendo nenos acidentada geograficamente, é mais propicia ao desenvolvimemto industrial,o acesso e o escoamento do produto é mais facil e a menos custos.Ora estas zonas industriais requerem bastante mão de obra,ciando-se assim muitos postos de trabalho bem renumerado,levando a população principalmente mais jovem abandonar as aldeias do interior do país á procura de trabalho e acabando por se enraizarem nessas zonas contituindo familia,e aumentando cada vez mais o aglomerado populacional das grandes cidades. (Nas cidades ganha-se dinheiro mas perde-se qualidade de vida,a poluição,alimentação,stress da correria!...
A nível de densidade populacional e falando estatisticamente, em Portugal as zonas mais povoadas são as “grandes” cidades (Lisboa, Porto, Setúbal, Beja, Évora e Faro). Se analisarmos bem, pode se afirmar que a zona litoral é a mais procurada e salvo excepções, como Évora e Beja (em parte menos desenvolvidas e menos povoadas derivado a falta de meios para os que ai residem se deslocarem para as grandes urbes e talvez também pela suas raízes ai residirem e estes não sentirem vontade de abandonar a sua terra). Este tipo de emigração (de uma região para outra) tem lugar um pouco por todo o mundo, não sendo apenas o nosso país afectado por este fenómeno e a grande razão é principalmente a melhoria das condições de vida. Basicamente os portugueses procuram viver nos locais onde existem maiores hipóteses de criar uma família com todas as condições necessárias, e esses locais situam-se maioritariamente na zona litoral de Portugal Continental.
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